quarta-feira, 22 de abril de 2009

Terminator Salvation

Para quem não sabe, mais um filme da série "O Exterminador do Futuro" está para ser lançado. Ele aborda o período em que John Connor vira líder da Resistência contra as Máquinas. "Mas por que diabos você está falando disso no seu blog?" eu escuto vocês perguntando. Afinal de contas, "Terminator 3: Rise of the Machines" foi uma merda sem tamanho, dessas em que dá até vergonha dos pobres dos atores que se sujeitaram a fazer tal porcaria. Confesso que de início eu também não levei muita fé, ainda mais sabendo que o diretor do próximo filme é o McG, cujo incrível currículo inclui... "As Panteras" e "As Panteras: Detonando"! Mas duas coisas me fizeram mudar um pouco de idéia e ficar na expectativa.

A primeira é muito simples: Christian Bale. E se você só lembra dele como o Batman, deveria assistir "O Operário" e "O Grande Truque" e se dar conta de que ele é um puta ator. A segunda é este trailer aqui:



Tudo bem, eu sei, é um trailer bem padrão de filme de ação e tal... Mas calma aí! Os caras botaram uma puta música do "Nine Inch Nails" no trailer! Quão foda é um trailer com música do "Nine Inch Nails"?!! Talvez não seja suficiente pra vocês, mas eu confesso que estou curioso pra ver no que esse negócio vai dar.

Pra terminar, um "pequeno" conflito que ocorreu no set de filmagens, quando o diretor de fotografia ficou andando pelo fundo no meio da gravação de uma cena:



Uia! Mas esse cara é uma diva, mesmo! Ah, o nome da música do NIN é "The Day the World Went Away", do álbum "The Fragile". Façam bom proveito.

terça-feira, 21 de abril de 2009

Reforma Ortográfica?

Aviso aos navegantes: Reforma Ortográfica aqui não existe. Continuarei escrevendo meus acentos e minhas tremas como antes. Eu costumava rir do meu pai quando ele escrevia "êle". Agora, não só entendo como aprovo. Essas palavras novas são muito FEIAS!!! E pra marcar minha animosidade com um bom grito de guerra...

"Ei, Reforma Ortográfica, vai tomar no..."

Quanto aos hífens, nenhuma diferença; eu nunca soube onde colocar e continuarei não sabendo. Vai ao sabor da ocasião mesmo.

I RISE!!!!!

Saído da tumba, depois de três anos de morte, estico meus braços fétidos em direção à sua garganta... Opa, não, na verdade é em direção ao teclado mesmo!

Bom, vamos lá, baboseiras à (tem crase?) parte, acho bom escrever um post introdutório como "carta de intenções" desta nova etapa nesse blog. Acho que uma das razões que me fizeram largar mão dessa bagaça três anos atrás foi a minha visão desse espaço como um tipo de diário, onde eu tentava contar a maior parte das coisas que estavam acontecendo na minha vida. Por conta disso, eu escrevia posts gigantescos. Era chato de escrever, muitas vezes sobre coisas que já tinham acontecido há várias semanas, e creio eu que acabava ficando chato de ler também. Por conta disso, esse espaço deixa de ser um diário. Quem quiser saber de mim, skype: brunomor.

Mas pra que serve esse blog então? Para falar besteira, ora! Sobre qualquer coisa que me der na telha. Aos poucos vocês verão o que me dá na telha com mais frequência. Comentários e sugestões são evidentemente bem-vindos. Participem!

Quanto ao formato, eu ainda estou trabalhando nos detalhes. A cada meia-hora que eu tiver, eu vou melhorando algumas coisinhas. Por exemplo, não gostei tanto assim desse design, verei se dá para melhorar. Enfim, você notarão as mudanças aos poucos.

Et sur ça, c'est parti...

segunda-feira, 20 de abril de 2009

A Volta do Morto-Vivo

grhugrurgh uherugheurgherguregh uergheurgherugehrg eurgherguehg reurhgerhrghreurghr.......

GRHUGHRIERUHGREIUGHRHGHRUUGRHURGHGURUGHRHGRUGUGRH.....

quinta-feira, 30 de março de 2006

Acabou!!! Ou quase...

Eu deveria estar escrevendo este post depois de sexta, quando faço a minha última prova aqui na X. Mas bateu uma disposição literária, e eu resolvi aproveitar a onda pra escrever aqui nesse bagulho. Não sei muito o que dizer, é tanta coisa que eu nem sei por onde começar...

Decidi, começo pelas férias de fevereiro. Pra quem ainda não sabe, fui para o Marrocos, mas não pra conhecer o país (infelizmente). Fui para participar do estágio de paraquedismo, meu último aqui na X. O estágio durou dez dias, e foi legal, mas não excelente. Rolaram alguns estresses entre o pessoal, principalmente por causa do centro de paraquedismo, que também estava recebendo a Equipe Francesa de Vôo Relativo (uma modalidade de paraquedismo), e não avisou a gente nem previu aviões extras. Com isso, saltamos bem pouco no início, e isso gerou muita tensão. Pra dizer com todas as letras, algumas pessoas agiram de forma MUITO escrota. Quanto aos saltos, foi bem maneiro, algumas histórias engraçadas, nenuhm acidente, e a única má notícia é que não consegui tirar o brevet B2 para saltar em grupo. Mas tirei o B, agora posso saltar onde quiser sem assistência de monitor.

Foi bom fazer esse estágio também pra quebrar o ritmo de estudo. Desde o início de janeiro eu estava estudando que nem um cavalo, e a pausa caiu bem. Realmente, depois dos maus resultados de dezembro, e tendo ainda que fazer Math até o fim de janeiro, eu estava bem deprimido. E trabalhando muito também porque a Sarah veio aqui no início de março passar duas semanas, e eu sabia que não ia estudar nada nesse período (e com provas logo depois). Mas deu tudo certo, a estadia da Sarah aqui foi excelente, e quanto mais a gente se vê, mais a gente tem certeza de que quer levar essa história pra frente. Isso terminou de me tirar da fossa da qual eu já estava saindo por conta própria, e agora já estou me sentindo como meu velho eu. Também porque eu estou indo embora desse buraco, claro! E as provas, por enquanto, correram bem.

Moral da história? Dia 11 de abril eu vôo para o Quebec e passo duas semanas com a Sarah. Volto pra Paris no dia 25 de abril, e parto alguns dias depois para o Brasil para fazer meu estágio de opção. Quando eu estiver no Quebec, eu e a Sarah vamos escolher as datas do bilhete dela para o Brasil. Ela fica lá comigo do fim de junho até o fim de agosto. Quanto ao futuro, ainda é uma incógnita. Fiz (e ainda estou fazendo) algumas aplicações para mestrado/doutorado na França e na Inglaterra. Veremos no que vai dar. Por enquanto, nenhuma resposta ainda.

E por enquanto é isso. Este post acabou sendo mais um relatório. Espero que não tenha sido muito monótono. Abraços a quem ainda passa por aqui.





terça-feira, 31 de janeiro de 2006

E pra quem achou que já era merda suficiente...

...MAIS UMA! Pois é, e não é que morreu mais um? Não, eu não estou brincando, outro aluno da escola morreu. A missa vai ser amanhã, mas sem corpo, porque não conseguiram achar. Coloco aqui uma tradução do e-mail bipromo que a seção escalada, da qual o Guillaume fazia parte, mandou. Abraços a todos.



"Caros camaradas, os amigos de Guillaume têm a tristeza de anunciar que ele pode ser considerado morto. As buscas foram encerradas na noite de quarta-feira. Certamente, se estiver ainda no glaciar, não resta a menor esperança de encontrá-lo vivo. A família começou seu luto. Após as palavras do general, nós desejamos explicar a todos vocês as circunstâncias do seu desaparecimento.

Guillaume era um montanhista experiente, que praticava o alpinismo desde sua infância. Jérémie MAZAS e Guillaume eram amigos e companheiros de cordada há três anos. Preparavam uma expedição ao Quirguistão no verão próximo com três amigos: Arthur SAINT-PÈRE (HEC), Alban WYNIECKI (ENS Cachan) e Anne WYNIECKI, estudante de medicina e namorada de Guillaume. Este fim de semana, Alban, Jérémie e Guillaume saíram para fazer uma excursão na montanha, no glaciar de Argentière. No fim da tarde de domingo, descendo para voltar a Chamonix, perto do refúgio de Argentière, Guillaume quebrou a trava de um de seus esquis. Tendo todos os três a mesma solução na cabeça e tendo uma confiança absoluta e recíproca um no outro, decidiram separar-se por acordo mútuo. Guillaume deveria subir até o refúgio, onde passaria a noite abrigado, e esperaria o dia seguinte para descer, enquanto os outros dois desceriam o mais rápido possível a Chamonix, na esperança de alcançar seu trem.

Mesmo se esta decisão pareça surpreendente hoje, foi justificada por diversas razões. Primeiramente, Alban sendo menos experiente e tendo um compromisso na manhã de segunda-feira, decidiu-se que ele deveria sair da montanha o mais rápido possível e que Jérémie o acompanharia. Em segundo lugar, Guillaume tinha a prática de estar sozinho em alta montanha. Ele já havia realizado excursões solitárias no maciço do Mont Blanc ao lado da geleira de Argentière no ano passado: sabia o que era enfrentar a montanha só. Além disso, a subida ao refúgio não apresentava nenhuma dificuldade, fato que as equipes de socorro confirmaram (ausência de fendas, tempo bom) e não deveria levar mais de uma hora pela rota já utilizada no dia anterior. Separaram-se na noite de domingo por volta das 19h, combinando entrar em contato assim que possível.

Segunda-feira no fim da manhã, Alban, Anne e Jérémie, sem notícias, avisaram o grupamento de resgate de alta montanha (PGHM) e a direção da escola. O PGHM realizou um primeiro sobrevôo do glaciar na noite de segunda-feira e pesquisou então nas zonas de risco durante toda a terça-feira. Sem resultados, pediram a Jérémie e Alban para virem a Chamonix terça-feira a fim de ajudar nas buscas, no que passaram todo o dia de quarta-feira. 72h após o desaparecimento, e não encontrando nenhum vestígio da localização de Guillaume, o PGHM propôs ao procurador da República o fim dos trabalhos (procedimento padrão). Jérémie, Alban e a família de Guillaume encontraram-se em Chamonix. Os pais, eles mesmos montanhistas, entendem e aceitam as decisões da cordada. Não culpam ninguém pelo desaparecimento de Guillaume. Na opinião do capitão que dirigiu as buscas e de toda a equipe do PGHM, a morte de Guillaume foi o resultado trágico de uma sucessão de circunstâncias desfavoráveis iniciadas por um grão de areia, a ruptura da trava de seu esqui. Nós convidamos todos a compartilhar a tristeza da família e dos amigos de Guillaume. Os pais de Guillaume desejarão a presença da escola e dos alunos em uma cerimônia num futuro próximo. O coronel d'Andlau, o tenente-coronel Chevignard e o capitão deKermenguy se encontrarão com a família nesta sexta-feira em Lyon.

Mantenham na memória os momentos bons que vocês possam, em algum momento, ter dividido com ele, seja na montanha ou na escola. Um livro de ouro estará logo disponível na Kès.

Sua seção, seus amigos."


sexta-feira, 6 de janeiro de 2006

A bruxa está solta!

Eu tava hesitando em postar aqui porque meu blog já tem fama de depressivo, e eu não queria aumentar ainda mais, mas como o Thiago já veio com uma má notícia no blog dele, eu me sinto menos constrangido de colocar esta outra aqui. Mas antes, Feliz Ano Novo pra todo mundo! Que tudo corra bem pra todo mundo e que cada um possa realizar alguns dos desejos e sonhos que tem.

Comigo, tudo vai indo razoavelmente bem. O fim de dezembro foi um período muito escroto, mas agora está melhorando. A companhia do Lorian foi muito boa, valeu pela visita, cara! O Henrique também esteve aqui e foi, como sempre também uma ótima companhia. Mas anteontem aconteceu um negócio muito escroto aqui na École. Um dos alunos, o Nicolas du Pouget, que eu só conhecia de vista, se matou. É isso mesmo. O cara era amigo próximo do Habib, o meu vizinho, e o moleque estava mal. O clima aqui ficou muito pesado, vocês podem imaginar, né? O Habib me deu detalhes da história. O cara era ricão vinha de uma família nobre, super tradicional, e parece que já de muito tempo o cara era instável, não se entendia com a família e tal. Bom, quem já veio aqui sabe bem que o ambiente aqui na X ajuda a potencializar essas instabilidades, né? Anteontem, o cara fez uma primeira tentativa, muito bêbado, mas acabou ligando pra dois amigos, que impediram, chamaram os bombeiros e levaram o cara pro hospital. Ele dormiu lá, de manhã um psiquiatra avaliou e liberou e o cara voltou pra escola. Aqui, ele conversou com o capitão (que é um cara super ponta firme, atencioso), com o adjoint da natação (que é igualmente maneiro) e com amigos. No fim da tarde, deixaram o cara sozinho em algum momento, ele foi até o balcão do prédio principla que dá de frente pra praça de cerimônias e se jogou lá de cima. Os militares foram 100%, tanto o capitão quanto o adjoint ficaram uma boa parte da noite aqui, acompanhando o pessoal da natação e os amigos mais próximos, o general e o chef de corps foram rapidamente e em pessoa informar a família do cara, enfim, tudo foi feito como deveria ter sido.

Quanto à prova que ia ter no dia seguinte, acho que talvez devesse ter sido cancelada, mas o argumento do general foi que nesses momentos é melhor seguir em frente do que deixar todos em suas casas sem nada a fazer pensando na parada. A prova foi reduzida de quatro para duas horas e meia, e era da matéria de humanas, pouquíssimo importante, ninguém dá a mínima mesmo. Evidentemente, vários dos amigos mais próximos não se sentiram em condição de fazer a prova, e creio que a Escola será totalmente compreensiva com esses casos. O General estimulou também a que todos fossem no esporte à tarde, para que pudessem dar apoio uns aos outros em vez de ficar cada um enfurnado no seu canto.

Sei lá, é mais ou menos isso. O clima ainda está uma merda, mas vai melhorando aos pouquinhos. Alguns momentos foram bem estranhos, muito silêncio, ninguém diz muito simplesmente porque em casos como esse não há muito o que se dizer. Eu poderia talvez me alongar por aqui, mas acho que por hoje já chega. Um abraço a todos e boa sorte pro Thiago, tomara que ele consiga recuperar alguma coisa da casa ou que consigam descobrir quem roubou. E que o ano continue melhor do que começou.

terça-feira, 13 de dezembro de 2005

AAAAAAAAAAAAAAAAAAAHHHHHHH!!! EU ODEIO ESSA ESCOLA!!!

Tout est dit.